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Bob
Evans, da Churchill
Downs Inc., defende
a realização
de grandes eventos
nos hipódromos |
Bob
Evans,
presidente
da Churchill
Downs Inc.,
uma das maiores
operadoras
de hipódromos
nos Estados
Unidos, está
muito preocupado
com o futuro
das corridas
no país.
Em um encontro
organizado
pela Kentucky
Thoroughbred
Farm Managers,
Evans admitiu
que os hipódromos
norte-americanos
estão
fugindo do
principal
foco, que
é trazer
novos turfistas
para as corridas.
Para ele,
os 7.375 programas
oferecidos
anualmente
nos Estados
Unidos, com
um total de
51.688 páreos,
são
excessivos.
“Com
uma média
de oito animais
por prova,
não
há
como atrair
turfistas”,
defendeu,
lembrando
que no resto
do mundo,
principalmente
na Europa,
a média
de animais
por páreo
é superior
a 10 animais
por prova.
“Vai
ser difícil,
nessas condições,
aumentar a
média
de US$ 280
mil apostados
em cada páreo.
Para Bob
Evans,
os hipódromos
não
sabem atrair
apostadores
com menos
de 40 anos
e ele sugere
que ao invés
de muitos
páreos
em diferentes
hipódromos,
o
turfe norte-americano
se concentre
na realização
de grandes
eventos promocionais,
como ocorre
nas corridas
da
Nascar,
a principal
categoria
do automobilismo
norte-americano,
que tem 76
provas durante
todo o ano
e recebe muito
mais atenção
da mídia.
Para ele,
a grande quantidade
de páreos
nos Estados
Unidos, caso
os hipódromos
não
consigam aumentar
o número
médio
de inscrições,
vai produzir
um outro grande
problema para
o mercado:
o número
de animais
em atividade
precisará
aumentar quase
20% para que
hipódromos
como Bay
Meadows, Hollywood
Park
e
Aqueduct
(foto)
não
fechem em
um futuro
próximo.
“Isso
provocaria
queda nos
preços
dos cavalos
e essa situação
seria péssima
para toda
a indústria
do turfe”.
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| Jack
e Lyn Ford, pai e
filha, dividem bolada
milionária
no Pick 6 da Califórnia |
Jack
Ford
é um
turfista apaixonado
e gosta de
apostar nos
programas
mistos de
animais PSI
e Quarto-de-Milha
no Hipódromo
de Los Alamitos
(foto),
na California.
E passou essa
paixão
para sua filha
Lyn
Ford,
outra adepta
das corridas
de cavalos.
Na segunda-feira,
ambos foram
ao prado e
logo no começo
da reunião
fizeram suas
apostas no
Pick 6, que
consiste em
acertar os
seis vencedores
nas provas
mais cheias
do programa.
Jack
Ford
fez sua aposta,
com seis animais
cravados,
gastando apenas
US$ 2, e foi
para casa.
Já
sua filha
Lyn
preferiu cravar
um duplo em
uma das provas,
gastando US$
4, mas ficou
no hipódromo
para ver as
corridas.
Ela vibrou
quando descobriu
que era uma
dos dois acertadores
do Pick 6,
e que portanto
receberia
US$ 576.040
de prêmio.
Contou a história
para o pai
que resolveu
ir conferir
sua aposta.
Era ele o
outro vencedor.
Jack
ainda esnobou
a filha: “Eu
não
preciso marcar
duas indicações
em nenhuma
prova”.
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Germany
On tenta a 14ª
vitória nas
Ilhas Maurício |
Quando
um cavalo
chega à
marca de ter
vencido metade
das corridas
em que foi
inscrito,
esse é
um inequívoco
ponto que
demonstra
a qualidade
do animal,
ainda mais
quando sua
campanha não
é limitada
a algumas
poucas provas
ou a apenas
uma ou duas
temporadas.
Neste sábado,
o cavalo brasileiro
Germany
On
(foto),
um filho de
Candy Stripes,
busca a 14ª
vitória
em sua 28ª
apresentação,
correndo a
Barbe Cup
(L), a principal
prova disputada
anualmente
no Hipódromo
de Champs
de Mars, nas
Ilhas Maurício,
o mais antigo
hipódromo
em funcionamento
em todo o
Hemisfério
Sul.
Aos 2 e 3
anos, Germany
On
venceu quatro
das seis provas
que disputou
nos hipódromos
sul-africanos
e foi levado
às
Ilhas Maurício,
onde já
venceu em
nove das 21
vezes que
lá
correu, além
de ter sido
desclassificado
uma vez da
primeira posição,
por supostos
prejuízos
na curta reta
de chegada
desse hipódromo
que tem apenas
uma pista
de grama com
1.400 metros
de volta fechada.
No ano passado,
Germany
On
foi vendido
por um sindicato
que incluía
o treinador
sul-africano
Mike
de Kock
e a proprietária
Mary
Slack,
a um novo
grupo local,
na maior transação
já
ocorrida com
qualquer animal
nas Ilhas
Maurício.
A prova será
disputada
nos 1.600
metros e,
pela primeira
vez, Germany
On
terá
a direção
de Yashin
Emamdee,
o melhor jóquei
local, substituindo
o veterano
sul-africano
Paul
Whitmore,
que está
suspenso.
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| Três
animais brasileiros
estréiam na
África do Sul
na próxima
quarta-feira |
Nada menos
que três
produtos brasileiros,
todos com
dois anos,
estréiam
na próxima
quarta-feira
no programa
do Hipódromo
de Clairwood,
na cidade
sul-africana
de Durban.
Logo na primeira
prova da reunião,
quem vai à
raia em uma
prova reservada
à potrancas
é Inxs,
uma filha
de Choctaw
Ridge e da
clássica
Inshalla Filly
– vencedora
de uma prova
de Grupo 3
em Cidade
Jardim. A
potranca é
de criação
do Haras
Interlagos
e
tem Alec
Laird (foto)
como treinador
e Johnny
Geroudis
como jóquei.
A mesma dupla
de profissionais
terá
On
y Va,
um filho de
Yagli e da
clássica
Only Immensity,
ganhadora
de prova de
Grupo 1 na
Gávea,
na terceira
prova do programa.
No segundo
páreo
da reunião
em Clairwood,
quem estréia
é Gaudi,
um filho de
Roi Normand
e de Ma Bijou,
de criação
da Fazenda
Mondesir.
Seu treinador
é Mike
de Kock
e o jóquei
será
Keagan
Latham.
Todos os páreos
serão
disputados
na distância
dos 1.200
metros, em
linha reta.
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| Família
Maktoum leva mais
um produto vencedor
da Carrera de
las Estrellas |
Apenas um
dia após
ter sido anunciada
a venda do
potro Mach
Glory,
vencedor do
Carrera de
las Estrella
Juvenile (G1),
a mais bem
dotada prova
para os animais
de dois anos
na Argentina,
para a Shadwell
Farm, do Sheik
Hamdan Al
Maktoum,
agora foi
a vez de a
potranca Inca
Noble
(foto),
vencedora
da versão
feminina do
Carrera de
las Estrellas
Juvenile,
mudar de mãos.
E o comprador
é mais
um membro
da família
Maktoum,
desta vez
o
Sheikh Mohammed
bin Khalifa
Al Maktoum,
primo do Sheik
Hamdan
e do Sheik
Mohammed bin
Rashid Al
Maktoum,
o titular
da Godolphin
e da Darley.
Inca
Noble
será
enviada para
a África
do Sul, onde
ficará
com Mike
de Kock
para correr
em Dubai no
início
do próximo
ano. Já
Mach
Glory segue
para os Estados
Unidos, onde
será
treinado por
Kiaran
McLaughlin,
o mesmo que
cuidou de
outro cavalo
argentino,
Invasor,
o melhor animal
do mundo em
2006 e no
início
deste ano
e que também
era de propriedade
da Shadwell
Farm.
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The
Curragh cancela
reunião de
sábado para
preservar
a pista de grama
para o Irish Oaks
(G.1) |
Os
comissários
de corridas
e a direção
do Hipódromo
de The Curragh
(foto),
o mais importante
da Irlanda,
resolveram
cancelar a
reunião
do próximo
sábado,em
razão
das fortes
chuvas que
estão
caindo na
região
e que chegaram
a mais de
100 milímetros
esta semana,
deixando a
raia de grama
muito pesada.
Tudo isso
para que seja
possível
ser disputado,
em boas condições,
o Irish Oaks
(G1), no domingo,
prova em que
Light Shift,
vencedora
do Oaks inglês
em Epsom,
tentará
ser a 12ª
potranca da
história
a vencer as
duas provas,
enfrentando
outras 12
éguas
nos 2.413
metros da
prova.
Dessa forma,
a milha do
International
Stakes (G3),
para animais
de três
e mais anos,
prevista para
sábado,
também
foi transferida
para o programa
de domingo,
juntamente
com o Rockingham
Handicap.
Os demais
páreos
de sábado,
no entanto,
foram cancelados.
No domingo,
mais duas
provas de
grupo estão
previstas
para The Curragh:
o Anglesey
Stakes (G3),
para as potrancas
de dois anos
nos 1.205
metros, e
o Minstrel
Stakes (G3),
nos 1.407
metros para
animais de
três
e mais anos.
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|
| Prix
d’Astarte (G.1)
promete tira-teima
entre as melhores
potrancas européias |
O Prix d’Astarte
(G1), dia
29 de julho,
no hipódromo
francês
de Deauville,
promete ser
o tira-teima
decisivo para
se definir,
de uma vez
por todas,
qual a melhor
potranca européia
na distância
da milha.
Até
o momento
estão
confirmadas
as presenças
de Simply
Perfect,
que nesta
semana venceu
o Falmouth
Stakes (G1),
em Newmarket;
e também
Finsceal Beo,
a potranca
que ganhou
o One Thousand
Guineas (G1)
inglês
e o Irish
One Thousand
Guineas (G1)
e entre essas
duas provas
foi a segunda
colocada na
Poule d’Essai
des Pouliches
(G1), na França,
páreo
vencido por
Darjina,
outra que
também
estará
no Prix d’Astarte.
O treinador
de Simply
Perfect
está
dando preferência
para a prova
francesa ao
invés
do Nassau
Stakes (G1),
dia 4 de agosto
em Goodwood,
porque dessa
forma terá
mais tempo
de preparação
para levar
a potranca
para correr
o Sun Chariot
Stakes (G1),
novamente
em Newmarket,
dia 6 de outubro. |
|
Presidente
da Empire Racing
reforma raia, de
olho na renovação
de contratos em
New York |
O
maior indicativo
de que, no
caso da vitória
da Empire
Racing Associates,
uma das quatro
concorrentes
à renovação
da franquia
dos hipódromos
de Nova York,
que expira
neste final
de ano, deve
providenciar
a troca das
pistas de
areia dos
hipódromos
de Belmont
Park,
Aqueduct
e Saratoga,
por pisos
sintéticos,
é que
o presidente
da Empire,
Jeffrey
Tucker,
acaba de inaugurar
a primeira
pista de treinamento,
em polytrack,
do estado
de Nova York,
em uma raia
com 1.407
metros de
volta fechada,
instalada
no Stonebridge
Farm
(foto),
de sua propriedade.
Tucker,
inclusive,
acaba de retirar
seus animais
que estão
alojados em
Saratoga
para continuarem
os treinamentos
em seu próprio
haras. E a
justificativa
do empresário
é bem
direta: “Já
tive muitos
problemas
com cavalos
mancando nas
pistas de
areia de Nova
York. Nada
é mais
importante
para um proprietário
do que seus
animais não
sofrerem nas
pistas em
que correm
e treinam”.
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| Dono
de Ellis Park compra
Alpena Magic para
promoções
no hipódromo |
O cavalo norte-americano
Alpena
Magic,
de 17 anos,
que na quarta-feira
deveria reaparecer
após
dois anos
de ausência
em uma prova
no Hipódromo
de Ellis Park
(foto), no
estado de
Kentucky,
acabou sendo
retirado da
prova por
seu novo proprietário,
Ron
Geary,
que é
o titular
do hipódromo.
Geary
agora pretende
fazer com
que
Alpena Magic
seja uma espécie
de embaixador
do hipódromo
em outros
centros, utilizando
o veteraníssimo
corredor também
em atividades
promocionais
em Ellis
Park.
Alpena
Magic
venceu 16
de suas 154
apresentações
e com mais
de US$ 200
mil em prêmios,
havia sido
considerado
pelos veterinários
de Ellis
Park
em plenas
condições
para competir
na prova de
quarta-feira. |
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