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Brasileiros
Bucaneer e Escriba
enfrentam parada
dura contra Potri
Flash, em Maroñas |
Os
cavalos brasileiros
Bucaneer
(foto)
e Escriba
terão
uma difícil
missão
no próximo
domingo, nos
2.400 metros
do Gran Premio
Presidente
de la República
(G2), no Hipódromo
de Maronãs,
em Montevidéu.
Nessa em que
é uma
das principais
provas do
turfe uruguaio,
os dois brasileiros
deverão
medir forças
contra outros
nove competidores,
entre eles
Potri
Flash,
o melhor animal
do país
que estava
seguindo campanha
na Argentina
onde venceu
os GP República
Argentina
(G1) e o Clásico
General Belgrano
(G2), depois
de ter sido
segundo colocado
no GP Associacion
Latino Americana
de Jockeys
Clubs (G1),
disputado
em março
passado em
La Plata.
Antes, em
seu país,
Potri
Flash havia
sido segundo
colocado em
todas as três
provas da
tríplice
coroa local
que foram
vencidas pelo
argentino
Invasor.
Potri
Flash
retornou ao
Uruguai em
razão
de ter vencido
seu visto
de permanência
na Argentina,
para onde
deverá
voltar após
a prova. Os
dois cavalos
brasileiros,
ambos pertencentes
ao Haras
Belmont,
estão
correndo desde
o início
do ano em
Maroñas,
com treinamento
do brasileiro
Ricardo
Colombo.
Bucaneer
foi segundo
colocado para
Fogonaroupa
no GP Paraná
(G1), disputado
em dezembro
passado, enquanto
Escriba,
que também
corria contra
as primeiras
turmas do
Tarumã
e de Cidade
Jardim, já
venceu em
Maroñas.
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| Key
Client e Lawful Leader,
criados pelo Haras
Old Friends,
correm segunda-feira
na África do
Sul |
Dois animais
brasileiros,
ambos irmãos
maternos da
craque Ilha
da Vitória,
a égua
de maior soma
ganha na história
do turfe sul-africano,
vão
atuar numa
mesma prova
na próxima
segunda-feira,
no Hipódromo
de Flamingo
Park, na cidade
de Arlington.
Os dois, que
são
filhos da
mesma égua
argentina
De
Memória
e criados
no Haras
Old Friends
vão
atuar em um
handicap nos
2.200 metros
da pista de
areia. Key
Client (Royal
Academy),
com quatro
anos, já
é ganhador
de quatro
provas em
22 apresentações,
enquanto Lawful
Leader
(Roi Normand)
tem apenas
uma vitória
em nove apresentações.
Os dois cavalos
brasileiros,
que foram
castrados,
pertencem
a Mary
Slack,
a mesma proprietária
de Ilha
da Vitória
(Candy Stripes),
e são
treinados
por Peter
Miller.
Key
Client,
que é
o topweighted
do páreo
deslocando
60 quilos,
será
pilotado por
S'Manga
Khumalo,
enquanto
Lawful Leader
terá
a condução
de Gerrit
Schlechter,
com apenas
52 quilos.
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Campo
cheio na July Cup
desta sexta-feira,
no Hipódromo
de Newmarket |
A
July Cup (G1),
principal
prova disputada
na pista alternativa
do Hipódromo
de Newmarket,
na Inglaterra,
está
com campo
cheio nesta
sexta-feira.
Embora as
confirmações
das inscrições
para o páreo
terminem apenas
ao final desta
quarta-feira,
poucos são
os treinadores
dos 31 velocistas
anotados até
o momento
que não
vão
confirmar
a participação
de seus pupilos.
Amadeus
Wolf, Red
Clubs, Balthazaar´s
Gift, Bygone
Days, Mutawaajid,
Dutch Art,
Sander Camillo,
o australiano
Bentley
Biscuit
e o sul-africano
Drayton
são
alguns dos
anotados para
a prova nos
1.205 metros.
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| Eagle
Mountain corre na
França em busca
de sua primeira
vitória de
Grupo 1 |
Segundo colocado
para Authorized
no Derby de
Epsom (G1)
e terceiro
para Soldier
of Fortune
no Irish Derby
(G1), o potro
inglês
Eagle
Mountain
(foto)
pode, finalmente
vencer sua
primeira prova
de Grupo 1
neste sábado,
no Grand Prix
de Paris (G1),
prova que
no turfe francês
substitui
em importância
e respeito
o Prix du
Jockey Club
(G1), o Derby
Francês
depois que
este clássico
teve, no ano
passado, sua
distância
reduzida dos
2.400 para
os 2.100 metros.
O filho de
Rock of Gibraltar
terá
a condução
de Kieren
Fallon,
que já
o dirigiu
no Irish Derby
e também
em sua única
vitória
clássica,
o Bereford
Stakes (G2),
ambos no Hipódromo
de The Curragh,
na Irlanda.
E como sempre
ocorre quando
a Coolmore
ou algum de
seus sócios
têm
um representante
em provas
importantes
na Europa,
o Sheikh
Mohammed bin
Rashid al
Maktoum,
titular da
Godolphin,
sem ter um
potro de três
anos em suas
cocheiras
inglesas em
condições
de bater Eagle
Mountain,
anotou o irlandês
Airmail Special
(Peintre Celebre),
vencedor do
Prix du Lys
(G3), que
havia sido
adquirido
às
vésperas
dessa prova.
No entanto,
nas apostas,
o maior rival
de Eagle
Mountain
no sábado
deverá
ser Zambezi
Sun
(Dansili),
quarto colocado
para Lawman
no Prix du
Jockey Club.
Zambezi Sun
é de
propriedade
da Juddmonte
Farm, que
é a
patrocinadora
do Grand Prix
de Paris que
terá
a dotação
de €
600 mil (US$
824 mil).
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| Louisiana
recebe alguns dos
melhores jóqueis
do turfe norte-americano |
Calvin
Borel
(foto)
e Robby
Albarado,
que foram
os jóqueis
de
Street Sense
e
de Curlin,
nas duas primeiras
provas da
tríplice
coroa norte-americana,
o Kentucky
Derby (G1)
e o Preakness
Stakes (G1),
com uma vitória
para cada
um deles,
voltam a se
enfrentar
nesta sexta-feira
no Hipódromo
de Evangeline
Downs, quando
será
disputado
um torneio
reservado
a jóqueis
nascidos no
estado de
Louisiana
ou que lá
iniciaram
suas carreiras.
O Cajun Jockey
Challenge
será
composto por
quatro provas
e terá
a participação
também
de Mark
Guidry, Curt
Bourque, Gerard
Melancon,
Corey Lanerie,
Larry Melancon,
E.J. Perrodin,
Tracy Hebert,
Kerwin Clark,
Steve Bourque
e Brian
Hernandez
Jr.
Ao todo, os
12 jóqueis
que vão
atuar nesses
quatro páreos
já
venceram mais
de 37 mil
provas em
suas carreiras
conjuntas.
Também
haverá
um jantar,
certamente
apimentado
com o molho
Tabasco, em
homenagens
a três
outros ex-jóqueis
nascidos na
Louisiana:
Pat
Day, Randy
Romero
e Shane
Sellers.
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Fim
de carreira para
War Emblem na Shadai
Stallion Station,
no Japão |
Acabou
a paciência
de Teruya
Yoshida,
o maior criador
e proprietário
do turfe japonês,
com War
Emblem,
vencedor do
Kentucky Derby
(G1), do Preakness
Stakes (G1),
as duas primeiras
provas da
tríplice
coroa norte-americana
de 2002, assim
como do Haskell
Invitational
(G1). O filho
de Our
Emblem,
adquirido
por Yoshida
para o seu
Shadai Stallion
Station por
nada menos
que US$ 17
milhões,
não
terá
filhos pelo
segundo ano
consecutivo.
Em sua segunda
geração,
nascida em
2005, produziu
apenas 19
potros e 15
potrancas,
o que parecia
bem melhor
do que havia
ocorrido no
ano anterior,
quando produziu
apenas quatro
potros, três
deles já
ganhadores,
e uma potranca,
mas nas temporadas
de 2006 e
2007 não
conseguiu
emprenhar
uma só
égua.
Eisuke
Tokutake,
porta-voz
da Shadai
Stallion Station,
diz que
War Emblem
não
mostra nenhum
tipo de interesse
pelas éguas
que são
oferecidas.
Yoshida,
agora, procura
algum pensionato
norte-americano
que aceite
o cavalo. |
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| Diário
inglês Racing
Post pode mudar de
donos |
O Racing Post,
principal
diário
de turfe da
Inglaterra,
pode mudar
de mãos
nos próximos
dias. O grupo
irlandês
Festina Lente
Partners,
liderado por
Peter Crowley
e
Neil
Hughes,
fez uma oferta
no valor de
£ 190
milhões
(US$ 328,5
mil) aos atuais
proprietários
do jornal,
o Trinity
Mirror Group,
que em 1988
adquiriu a
puiblicação
fundada dois
anos antes
pelo Sheikh
Mohammed bin
Rashid al
Maktoum,
que cedeu
o título
por apenas
uma libra,
uma vez que
se desinteressou
pelo mercado
editorial.
O grupo irlandês
faz questão
de salientar
que nada tem
a ver com
a Coolmore,
a grande rival
do
Sheikh Mohammed
no
turfe europeu.
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Neozelandeses
levam polêmica
para a reunião
da Federação
Internacional, na
semana do Arco |
Os
criadores
neozelandeses
vão
causar polêmica
na próxima
reunião
da Federação
Internacional
de Autoridades
Hípicas
e do International
Studbook Committee
que será
realizada
em outubro
em Paris.
A NZ Thoroughbred
Breeders'
Association
vai apresentar
um projeto
liberando
o uso da inseminação
artificial
para os animais
Puro Sangue
Inglês,
que tem sido,
literalmente,
um cavalo
de batalha
dos principais
organismos
internacionais
que nunca
admitiram
o uso dessa
prática.
No entanto,
a proposta
não
é unânime
nem mesmo
na própria
Nova Zelândia,
uma vez que
a NZ Thoroughbred
Racing, que
controla as
corridas e
a criação
no país,
se recusa
a discutir
a questão.
Embora Peter
Francis,
presidente
da NZ Thoroughbred
Breeders'
Association
negue, há
muito tempo
que
Sir Patrick
Hogan
(foto),
o principal
criador do
país
e titular
do Cambridge
Stud, vem
defendendo
a tese. |
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| GP
Associación
Latino Americana cada
vez mais longe
de Miami |
A fanfarrônica
idéia
de se fazer
disputar o
GP Associación
Latino Americana
de Jockeys
Clubs (G1)
no Hipódromo
de Gulfstream
Park, nos
Estados Unidos,
em março
próximo,
está
fazendo água.
Bruno
Quintana
(foto),
presidente
do Jockey
Club Argentino
e também
da Associación
Latino Americana
de Jockeys
Clubs, acaba
de admitir
que a logística
necessária
para levar
animais argentinos,
brasileiros,
chilenos,
uruguaios
e peruanos
para Miami
é complicada,
uma vez que
a quarentena
exigida nos
Estados Unidos
para os cavalos
procedentes
da América
Latina é
muito mais
longa do que
a exigida
para os animais
europeus,
e desse modo,
a prova deverá
mesmo ser
corrida, como
estava anteriormente
prevista,
no Hipódromo
de Monterrico,
em Lima. Quintana
já
tinha conhecimento
desses fatos
quando fez
o acordo para
levar o Latino
Americano
para os Estados
Unidos –
segundo ele,
a pedido da
Magna Entreteniment,
proprietária
de Gulfstream
Park e que
também
realizaria
uma segunda
prova para
os animais
sul-americanos
no Hipódromo
de Pimlico,
em Maryland
– mas
arriscou levar
a proposta
adiante para
ver no que
daria. |
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