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 Antonio Carlos Ávila destina Nossa Canção para  uma prova de Grupo 1 em Miami

O treinador brasileiro Antonio Carlos Ávila havia reservado um papel ainda mais importante para a égua Nossa Canção (foto), quando não confirmou sua participação no A Gleam Invitational Handicap (G2) na noite desta sexta-feira em Hollywood Park, confirmando apenas a participação de outra égua brasileira, River Savage nessa prova. Ávila resolveu despachar Nossa Canção para o outro lado dos Estados Unidos, com vistas a correr, no Hipódromo de Calder, em Miami, o Princess Rooney Handicap (G1), com a dotação de US$ 500 mil, nos 1.205 metros da raia de areia.

Segunda colocada no Santa Monica Handicap (G1), em Santa Anita, no início do ano, Nossa Canção agora vai enfrentar 12 adversárias, entre elas Selvática (Forestruy) e Indian Flare (Cherokee Run), que também virão de de Los Angeles. Entre as locais, o nome mais forte é o de Shaggy Mane. Como acontece com a quase totalidade dos animais treinados por Antonio Carlos Ávila, o jóquei de Nossa Canção será o panamenho Omar Berrio, que por estar em Miami neste sábado não poderá montar o brasileiro Oceanus em um Allowance Optional Claiming de US$ 65 mil, nos 1.307 metros da pista de Cushion Track de Hollywood Park, deixando essa missão para o peruano José Valdivia Jr.

No Princess Rooney Handicap, também estará atuando o jóquei brasileiro Manoel Cruz, que vai pilotar Stolen Prayer, vencedora de quatro provas nos prados da Florida.
 Incêndio assusta platéia no Hipódromo de York
Mais de 800 pessoas tiveram que ser retiradas às pressas do Ebor Stand (foto), a maior e mais nova tribuna no hipódromo de York, na Inglaterra, depois de um incêndio que irrompeu nesta quarta-feira no restaurante localizado no quinto andar dessa tribuna. As causas ainda não são conhecidas, mas desde sua inauguração em 2003, não é permitido fumar no Ebor Stand. Não houve qualquer ocorrência de feridos e a reunião programada para a próxima sexta-feira, dia 13, está confirmada, embora a área fique interditada por alguns meses. Os prejuízos ainda não foram calculados.

 O veterano Funny Cide faz a festa dos 13 mil  turfistas que foram a Finger Lakes

Funny Cide (foto), o vencedor do Kentucky Derby (G1) e o Preakness (G1), as duas primeiras etapas da tríplice coroa norte-americana de 2003, confirmou a expectativa dos 13.066 turfistas que foram ao pequeno Hipódromo de Finger Lakes, nesta quarta-feira, no interior do estado de Nova York. Aos sete anos e castrado, Funny Cide foi anotado nos 1.810 metros do Wadsworth Memorial Handicap, que teve sua dotação este ano aumentada de US$ 50 mil para US$ 100 mil para atrair o filho de Distorted Humor para a prova.

Em uma raia pesada, Funny Cide venceu o páreo por três corpos, na direção de Alan Garcia, que só deixou seu pilotado passar para a ponta nos últimos 200 metros, com Johnie Bye Night, que é o melhor animal em Finger Lakes – foi o vencedor do Wadsworth Memorial Handicap no ano passado -- na segunda posição.

Foi a 11ª vitória nas 38 apresentações de Funny Cide, e a primeira desde que ganhou o Dominion Day Stakes (G3), no ano passado, na pista canadense de Woodbine. Nos últimos 60 anos, apenas dois outros vencedores do Kentucky Derby chegaram a correr aos sete anos: o vencedor da prova em 1946, Assault, que revelou-se estéril na reprodução; e o inglês Tomy Lee, vencedor em 1959, que deixou apenas seis filhos nas pistas.

 Kentucky Racing Authority inspeciona cocheiras  do treinador Patrick Biancone
A Kentucky Horse Racing Authority encontrou um frasco de veneno de cobra em um refrigerador na cocheira do treinador francês Patrick Biancone, em suas cocheiras no Hipódromo de Keeneland, em Kentucky, durante uma inspeção provocada depois que o cavalo Iron Butterfly, treinado por Biancone, teve revelada, em seu exame antidoping, a presença de cafeína e salmeterol, um broncodilatador, que o treinador negava ter utilizado. O veneno de cobra, encontrado em sua forma cristalizada, é utilizado, em doses mínimas, nos casos de animais extremamente nervosos, agindo nas vias neurais Mas seu uso é proibido em todo os Estados Unidos, onde é classificado como droga de Grupo 1.

No mês passado, dois treinadores de cavalos trotadores que correm na Saratoga Raceway, em Nova York, confirmaram terem utilizado o veneno de cobra, mas ainda não foram punidos pelos comissários de turfe, embora o caso tenha sido levado à Justiça. Biancone, de 55 anos, é treinador há mais de 30, tendo atuado em seu país até 1990, quando se transferiu para Hong Kong, de onde foi expulso em 1999 após dois casos de medicação terem sido levantados. Nos Estados Unidos, o treinador francês venceu as estatísticas em Keeneland no outono de 2006 e na primavera de 2007, as duas primeiras realizadas com a utilização da pista de Polytrack.

 
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